quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E a gente se distrai e deixa o tempo passar...

Sim hoje acordei de #mimimi confesso e com esse texto na cabeça que reflete 99,9% tudo que eu venho sentindo nos últimos meses... Não sou a autora mas acho que ela me conhece e muito bem!

Ontem, eu andava na rua pensando
Em tantas coisas que não te falei
Tentei lembrar por que chorava
Mas eu não entendo sofrer pelo que amei

Seu rosto vinha na minha mente
Mas já não lembrei do som da sua voz
Apesar de tantos momentos conhecidos
Achei estranho tudo o que houve entre nós

Enquanto eu te esqueço
Só eu tento ser eu mesma
Em tanto não ser
Enquanto eu me lembro, eu lamento
O que eu não pude ser pra você

Hoje eu acordei e me olhei no espelho
E tudo o que eu pude ver em mim
Foram marcas e lembranças que restaram
De ter deixado te sentir tão forte assim

E, mesmo quando não estou sozinha
Às vezes ainda penso em você
Não é saudade da tua companhia
Mas do que nós dois deixamos de ser

E falar sobre nós soa tão estranho
Porque você não se deixou conhecer por mim
Mas apesar de tudo, te agradeço muito
Por hoje eu me conhecer tão bem assim

E enquanto eu te esqueço,
Só, eu tento
Ser eu mesma em tanto não ser
Enquanto eu me lembro
Eu lamento
O que eu não pude ser pra você

Essa dorzinha chata já pode desaparecer?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pois é gente mais uma vez não fui esperta o suficiente e caí no velho golpe!

Tudo começou assim, pessoa (eu) vai para um happy hour inofensivo com o pessoal da empresa, e recebe convite de carona pra casa e aceita!

Pensem na pior merda que fiz na minha vida, é pois é...
O cara me levou em casa ficamos e foi tudo muito fofo, no dia seguinte ele mandou mensagem dizendo que estava com saudade (só deixa eu explicar a saudade,
eu demorei pra entender mas ela é do tipo sazonal, ele saiu de férias sozinho e eu fui a primeira que apareceu na lembrança dele).

Me enviou inúmeras mensagens fofas e marcamos de sair, na primeira semana rolou até um "é melhor a gente contar pro pessoal, porque eles vão acabar descobrindo mesmo", um sonho né gente?

Uma semana depois ele já não sabia o que queria mais, aí me deu um pé na bunda, quando eu resolvia seguir minha vida ou sair pra qualquer balada recebia uma mensagem dizendo "boa balada, curte bastante",
vocês devem estar imaginando o bom coração desse ser humano certo?

Não na verdade ele se incomodava ao saber que eu desci da estante dele e estava por aí, bebíamos ficavamos, no dia seguinte era "eu não quero nada com você".

Carnaval deste ano, fui viajar e recebi várias mensagens do tipo, estou com saudade da sua boca, você me esqueceu e etc etc, mas vocês sabem porque né? Aquela saudade sazonal, citada acima!
E afinal, carnaval é um lance perigoso muita gente bêbada e disponível por aí!

Voltei e a saudade passou pessoal! Já era, não existia mais!

E em um belo happy hour conheço um amigo muito simpático do cara que mais me fez de idiota em toda a minha existência (porque na moral esse é o limite, mais que isso ninguém consegue).

Fico com o cara porque realmente me interessei por ele. E na semana seguinte recebo diversos SMS's dizendo que alguém está sofrendo.

Sofrendo uma porra, tava puto porque eu não estava tão disponível, só que eu cai na conversa, na conversinha barata mais uma vez.

Moral da história?

Namorei sozinha durante 4 meses, fui escondida de amigos, familiares e outros amigos, me lembro de um jantar que um dos amigos desse cara perguntou há quanto tempo estavámos juntos e tive a infelicidade de ouvir da boca dele "defina juntos".

Tive um conversa absurda e talvez a mais triste da minha vida onde o cara dizia que eu não era o problema, que ele era o problema, e ele era uma pessoa melhor sozinho. Recebi uma mensagem dizendo te amo de um jeito que não sei explicar... Talvez nada disso tenha explicação mesmo!

Acontece que ele está namorando, e com certeza essa garota vai ter tudo que eu quis e não vai passar nem pela metade do que eu passei.

Felicidade aos pombinhos, e espero muito muito mesmo um dia conseguir perdoar e seguir em frente.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vou me matar! What?!?!?

Saí do trabalho as 18:30 de uma terça-feira exaustiva com um único intuito: chegar em casa e dormir. Mentira essa seria eu em uma fase boa, mas na verdade estava desesperada por uma cerveja BEM gelada.
Pois é pessoal como se não fosse o bastante ter que lidar com os meus traumas (que não são poucos, diga-se de passagem, Dra. Sandra que seja abençoada, Amém!) ainda recebo uma ligação (a caminho do bar) iniciada com a frase “Vou me matar” aí penso comigo, sério mesmo que eu vou ser a última pessoa, aquela responsável pela vida de uma suicida?!?

GalerE não tô podendo!

O pior de tudo é que Deus sabe a delicadeza e sensatez dessa personalidade para lidar com este tipo de situação. =S

Pergunta: “Por que as coisas têm que ser assim?”

Resposta: “Porque a vida é uma merda, aceite ok?” (se eu tivesse no lugar da suicida teria me matado)

Pergunta: “Você promete que vai cuidar da minha filha?”

Resposta (em pensamento): “Porra e ainda por cima vai me deixar o B.O? Na hora do bem bom ninguém me chama né?

Pergunta: “Onde você está?”

Resposta da quase suicida: Na estação de trem. (Olha aí a mancada, galera tentando voltar pra casa fazer uma boa refeição e descansar para um novo dia de trabalho e a doida queria se estatelar no trilho? Não dá pra brincar de jogos mortais em outro lugar?!?)

E esse blog sim foi feito pra falar dos desafetos e traumas que os homens nos fazem sofrer, mas se o caso for inverso também não vou esconder.

Seguindo uma linha lógica (e olha que sou de humanas e às vezes isso é um pouco difícil), porque caralho a cidadã vai mexer no celular do ex-marido? EXXXXX (em Caps Lock e negrito para dar ênfase). Descobriu que o cara está com outra... Idaí? Quem quer um imbecil desse do lado? Azar o da outra que vai ter que aguentar o problemático por sabe lá quanto tempo.

Escutar ameaça do tipo “Vou pedir a guarda da nossa filha?” e não devolver a resposta “Tenta seu FDP desempregado e drogado pra você ver o que te acontece” é perder uma chance única de dar um choque de realidade no cara.

Quem está errado nessa história?

Os dois. Ela porque dá corda pra uma história que morreu e não há meios de dar certo. Ele por alimentar a esperança que ela tem de mudar o mundo.

Há 2 meses escutei a seguinte frase “eu sei que você seria capaz de mudar o mundo por mim o problema é que eu não faria o mesmo por você.” Sacaram a voadora giratória que eu tive que levar pra entender que o cara que quer ele FAZ e aquele que não quer arruma uma ótima DESCULPA?

Ahhh fiquei bem brava viu... fora as compras que ela havia feito no meu cartão de crédito, transfere o pagamento primeiro né, ainda por cima vai me deixar na mão?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que você fez isso comigo?... Oi?!?


Não posto faz um bom tempo o que fez com que as histórias, irritações e absurdos aumentassem drasticamente!

Moça 23 anos divorciada (isso mesmo) há mais de 3 anos (pasmem) com uma filha lindíssima de 4 anos que faz com que o cafajeste em questão não possa morrer definitivamente de sua vida.
A ordem dos acontecimentos foi + ou - essa: Conhece o cafa -> Cai na rede -> Engravida -> Casa -> Conhece verdadeiramente o cafa -> Pula fora!

Após 3 anos de divórcio em uma noite como todas as outras, a moça resolve sair de balada, afinal casa, filho, trabalho, faculdade e manter o bom humor diariamente não é fácil!
Pois bem, balada marcada, produção feita, amigos convocados e eis que surge o gatinho que causa suspiros e tremedeiras intencionais.

Garota solteira descompromissada e que não deve absolutamente nada para ninguém -> conhece o gatinho, conversa com ele, fica com ele e... Haviam espiões mal intencionados na balada!

Ex marido louco lunático, liga e pergunta "você ficou com outro cara? Não acredito que fez isso comigo."

Alguém por favor sinaliza os 7 erros do relato acima?

Fez o que com quem? Quem não deu valor à família e preferiu as drogas a um lar harmonioso? Quem disse 165464234x NÃO para a ajuda de uma pessoa que o amava infinitamente.

O que ele realmente está pensando sobre a vida? Que ela ficaria parada no tempo durante a vida toda se culpando por um erro que cometeu e nunca mais seria feliz?

E são nessas horas que eu pergunto se eu que preciso de terapia ou se é essa cambada de gente maluca que aparece nas nossas vidas!

#Prontofalei não sou obrigada a guardar e me sinto bem melhor agora!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Pra quem não me conhece tanto assim...

Eu sou o tipo de pessoa que pode ler 1000 livros e repeti-los, pois nunca me lembro do fim da história. Tenho memória fotográfica, jamais me esqueço de um lugar ou um rosto.
Nunca vou esquecer-me de palavras proferidas por pessoas que foram ou são extremamente importantes na minha vida. (sendo dolorosas ou não).
Adoro a cor verde.

Estranhamente gosto de desastres naturais e fico empolgada assistindo o noticiário que avalia a quantidade de mortos.
Fico agoniada quando chega ao fim da temporada de alguma série que estou acompanhando
Odeio tomar café da manhã, adoro almoçar e quase nunca janto. Odeio fazer qualquer tipo de refeição sozinha.
Amo café... cheiro, gosto, temperatura! Adoro frio, detesto suar!

Chego a chorar de tanto rir com os e-mails de amigos do ensino médio.
Vivo comprando o que não preciso, quase nunca compro as coisas que preciso. Detesto fazer compras.
Odeio bagunça, mas minha mesa do trabalho e armário de roupas diz o contrário.
Quebrei o pulso uma vez e tenho cicatrizes de piercings e catapora.

Fumante e mal humorada declarada, sofro de TPM constante e sou sensível ao extremo, mesmo que gaste tempo demais na vida tentando provar o contrário.
Amo tatuagens, brincos e piercings. Prefiro bares a baladas.
Sonho em viajar pela Europa pelo simples fato de que a arte morou e mora ali. Amo arquitetura.
Não gosto de falar ao telefone, mas simplesmente amo receber SMS's. Tenho habilitação, mas não dirijo.

Tenho pavor de elevador. Odeio Ano Novo. Não sei nadar e nem andar de bicicleta, sou descoordenada desde a 5ª série.
Amo dormir e só consigo com a televisão ligada. Rezo todas as noites.
Sou totalmente agradecida pelos amigos que tenho e abençoada pela família que recebi.
Odeio perder e só assumo um erro se tiver errado com alguém que julgo importante.

Tenho o hábito de morder a parte interna dos lábios quando estou nervosa.
Coleciono decepções desde 1987 e sou o alvo mais fácil de Murphy. Não consigo mais confiar nas pessoas.
Naturalmente pessimista e realista. A maioria dos meus amigos é do sexo masculino.
Não tenho o hábito de roer unhas mais sim de arrancar as pelinhas dos cantos das unhas (até sangrar).

Nasci de regime e morrerei de regime. Meu cabelo não é liso de verdade, mas eu gosto de acreditar que sim.
Adoro esmaltes vermelhos. Nunca ganhei flores. Não pretendo comemorar mais nenhum aniversário.
Detesto profundamente esportes (qualquer um deles), política e considero religião (qualquer uma delas) um tema que não deve ser discutido.

Extremamente frustrada com TUDO, principalmente comigo. Sinto constante saudade de uma época em que não vivi.
Recorro ao passado toda vez que tropeço, pra ter certeza que tudo estava pior antes mesmo que eu pudesse perceber.
Não consigo enrolar ninguém, sou extremamente sincera e intensa na maior parte do tempo. Não sei receber elogios, mas gosto de receber.

Publicitária por profissão, médica de coração...
Trabalho com internet, mas considero que as pessoas tornaram-se escravas dessa coisa mágica e por protesto me mantenho off-line aos finais de semana.
Abri mão de muitas coisas que me fazem imensamente bem por precisar fechar as portas para algumas lembranças.
Não pretendo ter filhos, mas tenho 2 afilhados lindos e abençoados.

Perdi a coragem e a vontade de correr riscos há quase 4 meses.
Aprendi com uma pessoa muito especial "que todo amor é amor próprio"
Aprendi com uma pessoa mais especial ainda "que amor só é suficiente em filmes"
Aprendi com uma pessoa que está sempre ao meu lado "que é o que temos pra hoje, e pra quem é, tá muito bom" rs
Nunca escutei a frase "eu te amo", já disse uma vez e não quero repetir.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Jura? Nem tinha percebido..

Houve uma época (ok, não só uma, foram duas... tá bom, várias) em que eu estava muito de boa, curtindo minha recente solteirice, saindo, conhecendo pessoas, perdendo a dignidade nas baladas sem me preocupar depois com isso (afinal, eu nem lembrava, só ficava sabendo, pq minhas amigas me mostravam as fotos - mancada), quando em um certo dia (pq sempre tem que ter “um certo dia” nas histórias...vou trocar isso) e, em uma certa noite (ok, ficou bem melhor agora) eu conheci um rapazinho que deu uma mexida comigo.

Eu tinha achado ele uma gracinha, com aqueles seus 1,65m, seus óculos fundo de garrafa, seus dentes tortos, sua perna mecânica, enfim, um charme, e logo me deslumbrei.

Ficamos conversando a noite toda (aquela, e outras), e passamos a sair juntos. Tudo era o máximo (com exceção da perna mecânica no frio), e eu realmente achei que ia amarrar meu bode naquela cerca.

Até que mais do que de repente, ele sumiu. Desapareceu como salário no dia do pagamento.
E eu chorei, e chorei, e chorei, e chorei.. ok, vocês entenderam.
Mas, depois passou, e voltei a viver a minha vidinha de sair de baladas, perder a dignidade, e etc.

E, passou...mesmo.

Uma madrugada (prestem atenção, era madrugada) quando estava em casa, servindo uma pizza mezza ombro e mezza ouvido para minha melhor amiga e minha mãe (que estavam lamentando os seus romances imperfeitos), o bonitinho manco-zaroio apareceu na minha porta. E, por incrível que pareça, eu abri.

Não só abri como chamei para entrar, e, conversei com ele durante horas.
Na maior cara de pau, me informou que só tinha ido em casa para me dizer que gostava de mim, mas, que NÃO queria nada sério – pausa para cara de Oprah Winfrey -  ALOOOOOUUUU...eu já tinha entendido. Você sumiu, meu amor...

Agora me digam, não foi uma #putafaltadesacanagem? Eu já estava bem...ele tinha que aparecer? É por isso que eu tenho que concordar com a minha amiga que publicou o post abaixo. Não se fazem mais cafajestes como antigamente.

Francamente...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não se fazem mais cafajestes como antigamente...

Querem saber como cheguei a essa conclusão? Simples.

Segue comparativo:

• Cafajeste de antigamente

Você conhecia, ficava transtornada pelo charme e ar misterioso, caia em tentação (OMG) e depois ele sumia, era um cafajeste não muito ligado a tecnologia, celular era aquela coisa bacana que fazia e recebia ligação. Praticamente um “Startac”.

Eles respeitavam o que eu chamo de “núcleos de ataque”, exemplo, você é do núcleo da faculdade, o próximo ataque é o grupo de amigas dos amigos, o próximo eram as garotas de outra faculdade, tinham também as moças do trabalho e por fim... (e nesse caso se pudesse ser evitado seria) temos o núcleo da vizinhança, esse último é o mais perigoso afinal a maluca sabe onde o cafa mora e dependendo da situação bizarra que rolou a doida poderia fazer barraco na porta do cafa. #medo

Nunca apresentavam você para os amigos, e se apresentavam não indicavam o grau da relação, e se informavam era um alerta duplo “essa é minha amiga...”, no seu ouvido ecoava, “só estou pegando” e no ouvido dos amigos “só estou comendo”.

Você tinha a plena noção que era só um passatempo e o cafajeste por sua vez te dava a chance de esquecê-lo sumindo misteriosamente da face da terra. (OREMOS)

• Cafajeste dos dias atuais

O fdp mente, aliás, fantasia um mundo completamente irreal, ele tem Twitter, Del.icio.us, Linkedin, Orkut, Facebook, Formspring, Foursquare, Fotolog, (FotoPQP), ICQ (tá eu sei que apelei), MSN, Gtalk, blog e o caralho a quatro! Tá quase na sessão de destaque do G1.

Cadê o mistério com essa porra toda? Você precisa praticamente de protetores auriculares, visuais e sensoriais para não notar a presença desprezível do inimigo.

Fica marcando em cima, mostrando que vive, respira e ocupa lugar no mundo. Fica com você, com a sua amiga, vasculha perfis no seu Orkut, freqüenta os mesmos lugares...TE CHAMA PRA SAIR, QUER SER SEU AMIGO... amigo uma porra, se eu precisasse de amigos ligaria pro disque amizade (existe isso ainda?)

Usou, abusou e... não sumiu por que me diz?

Por isso que digo e repito... saudades absurdas dos cafajestes de antigamente!